Bitcoin abrindo portas na vida cotidiana

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Como o Brasil é um dos países com mais empreendedores e fãs da tecnologia que existem no mundo, o uso do Bitcoin no país já se tornou notícia global, por abrir portas no setor imobiliário, com o aumento do uso de moedas virtuais para a compra de imóveis. Empresas como Katz, Real Value e Tecnisa passaram a aceitar o Bitcoin como forma de pagamento há cinco anos. Isso ocorre, porque as pessoas que viram seus investimentos crescerem com a valorização do Bitcoin, têm buscado dar liquidez aos seus lucros comprando casas e apartamentos. Além disso, graças ao reconhecimento e à liquidez que moedas virtuais, como o Bitcoin, vêm ganhando ao longo do tempo, é que foram criadas bolsas de criptomoedas, que buscam promover e facilitar o uso destas moedas desenvolvidas no país. É desta forma que se buscou facilitar a criação da B3 das moedas virtuais, que funcionaria de maneira semelhante à Bolsa de Valores brasileira, com o objetivo de dar paridade ao dinheiro digital desenvolvido no país, com as líderes globais, como Bitcoin, Ethereum ou Ripple.

Bitcoin e as criptomoedas na vida diária

Com o recente lançamento da criptomoeda Libra, criada pelo Facebook e cuja operação está baseada na tecnologia blockchain, associada a empresas como PayPal, Mastercard, Uber e Spotify, o mundo do dinheiro virtual ganhou um novo protagonismo na vida cotidiana. Um exemplo disso é a aceitação delas na indústria do entretenimento. É neste contexto que surge a Bitcoin Roulette, um jogo online que usa a criptomoeda como método de pagamento para cada retirada e também para o Jackpot que oferece. Vale dizer que este jogo segue a mesma base de funcionamento da roleta europeia, cujas regras e terminologia são explicadas pela plataforma Betway de roleta online, incluindo o uso das cores vermelha e preta, das 36 caixas da roleta e das apostas por números pares e ímpares, que são utilizadas neste jogo popular.

Outro aspecto notável da popularidade das moedas virtuais no entretenimento e dentro da vida cotidiana, é que mesmo os astros do esporte vêm se mostrando muito positivos em relação ao presente e ao futuro dessa tecnologia financeira. Um exemplo disso é o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho que investiu na criação da sua própria criptomoeda chamada RSC (Ronaldinho Soccer Coin), cujo projeto visa promover o futebol e os esportes virtuais em todo o mundo, unindo atletas profissionais e amadores sob esse conceito.

O futuro das criptomoedas

Embora as criptomoedas já existam há quase uma década,, sua crescente referência no cotidiano já fez com que o seu uso diário seja promovido globalmente dentro de vários contextos. Um exemplo disso é a iminente chegada do Bitcoin e das moedas digitais a Wall Street. Por isso, já é recomendado que as pessoas que desejam ingressar no mercado financeiro estudem criptomoedas e blockchain por meio de instituições globais, como o CFA Institute, que já incluiu esses tópicos no currículo de seus níveis I e II. No Brasil, várias instituições públicas e privadas também adotaram a cultura das moedas digitais em seus modelos de ensino. Nesse contexto, surge a Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que já ministrou cursos gratuitos sobre o mundo das criptomoedas, nos quais, termos como Bitcoin, Hash e Blockchain, são explicados às pessoas que querem saber mais sobre essa tecnologia e método de pagamento que se torna cada vez mais popular no dia a dia.

Como a linha entre o mundo virtual e o digital está se tornando cada vez mais tênue para as principais criptomoedas, seu uso no aspecto físico também ganhou destaque nos últimos anos. Um exemplo disso é que, como o site Guia do Bitcoin compartilha, já existem mais de 4.000 caixas eletrônicos de moedas virtuais no mundo e, em média, 6,7 desses dispositivos estão sendo instalados por dia, tendo fabricantes como a Genesis Coin, a General Bytes e a Lamassu, trazendo as criptomoedas e seu poder de compra para mais pessoas.

Segundo a plataforma CoinMarketCap, em agosto de 2019 já serão mais de 2.400 criptomoedas disponíveis ao público em todo o mundo, dentro de um mercado que o Bitcoin domina com 65,7% do valor total. Com um preço que já ultrapassa dez mil dólares por moeda, o Bitcoin e a tecnologia blockchain continuam ganhando destaque e abrindo portas em novos mercados em todo o mundo, rumo a um futuro tecnológico.

Fonte: Terra

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