Empresas de criptomoedas no Brasil deverão se adequar às regras do GAFIT até 2021

Todos os países do mundo, incluindo o Brasil, estão passando por um momento crucial em relação a regulamentação das criptomoedas. Existe muito o que se discutir em relação a como o mercado é regulado e como atores do segmento devem agir. Em relação a isso, tivemos uma importante confirmação no dia 27 de maio.

Em uma notícia divulgada pelo site CriptoFácil, foi confirmado que as plataformas nacionais de negociação de criptomoedas deverão seguir as determinações do Grupo de Ação Financeira (GAFIT). A informação foi confirmada pelo presidente da Associação Brasileira de Criptoativos e Blockchain (ABCB), Fernando Furlan.

CriptoFácil citou Fernando dizendo:

“Foi realmente um golaço do setor, reconhecido por todos os órgãos e entidades presentes. Exigências do GAFIT a serem obrigatoriamente implementadas até 2021 nos levam necessariamente à essa articulação. Parabéns à equipe cripto presente hoje na reunião. Cada um foi essencial para o sucesso de todos. Já estamos pensando na próxima! Abraço”

As tais determinações do GAFIT serão apresentadas na reunião do G20 em junho, que vai acontece no Japão. Após a apresentação dessas medidas e determinações as plataformas de negociação de criptomoedas no Brasil terão até 2021 para se adequar às regras.

O conjunto de regras já foi finalizado em uma reunião ocorrida em 22 de fevereiro, na França. Ainda não se sabe quais são ou quantas, apenas que as exchanges terão que seguir as regras para evitar que as criptomoedas sejam usadas em atos ilícitos, como na lavagem de dinheiro.

Enquanto a notícia apresenta uma sensação positiva para a parte da regulamentação, é um ponto complicado para a natureza libertária das criptomoedas que muitos defendem. Afinam, para aumentar a segurança, pode ser que a liberdade acabe diminuindo.

Fonte: Guia do Bitcoin

As informações contidas neste informativo foram obtidas por fontes públicas consideradas confiáveis e possuem caráter meramente informativo, não constitui qualquer tipo de conselho de investimento, jurídico e ou de qualquer natureza.

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