DNA e Bitcoin cada vez mais próximos

Os cientistas mundiais, que estão sempre chacoalhando esta terra com suas invenções extraordinárias, já conseguiram criar uma relação entre o DNA e Bitcoin, que pode ser muito interessante para o futuro próximo da tecnologia e quem sabe da genética.

O DNA é uma molécula presente no núcleo das células de todos os seres vivos e que carrega toda a informação genética de um organismo. É nesta peça da biologia que são definidos fatores como hereditariedade e muitas informações mais, visto que há dados salvos no local.

Como os dados salvos são de informações genéticas, alguns cientistas mais futuristas buscaram o DNA para guardar informações não-genéticas, o que poderia causar uma fissura no mundo da biologia e tecnologia atual.

No corpo humano, o DNA está presente em quase todas as células armazenando informações como cor de cabelo, cor dos olhos, tom da pele, e é considerado o programa humano.

Ao contrário da infraestrutura da tecnologia da informação que é baseada no armazenamento de dados utilizando bits (0 e 1, exemplo 1001100111), o DNA armazena dados de forma sequencial em quatro unidades bases (exemplo AGTCATGAC).

As quatro unidades bases são as composições do DNA, que são Adenina, Guanina, Citosina e Timina (conhecidos como AGCT).

Para isso, os cientistas estão buscando traduzir a estrutura de bits para a estrutura AGCT do DNA, para que seja possível o armazenamento de dados nas moléculas.

Como o DNA usa matéria orgânica, o armazenamento de dados de DNA pode vir a ser muito mais eficiente do que nossos mecanismos atuais de armazenamento de dados. Os dados armazenados na forma molecular usarão apenas o número mínimo de átomos necessário para armazenamento.

Os cientistas armazenaram com sucesso dados em DNA sintético. O DNA sintético é como o DNA real, mas é criado do zero pelos cientistas. Os dados armazenados no DNA sintético são mantidos em tubos de ensaio e não são fixados em nenhum organismo vivo.

Existem vários benefícios do armazenamento de dados de DNA sintético. O DNA dura milhares de anos, enquanto os dados nos discos rígidos tradicionais podem ser corrompidos ou danificados dentro de 30 anos.

Devido à eficiência do armazenamento de DNA, a capacidade de armazenamento do DNA é enorme: um único grama de DNA sintético pode armazenar mais de 215 petabytes de dados.

E muito além disso, dados de DNA podem ser copiados de graça infinitamente, só que com as desvantagens de altos custos de armazenamento até então, com tempo de acesso muito maior em comparação com discos. Cientistas já estão entretanto trabalhando para resolver esses entraves.

Os esforços estão em andamento para explorar o potencial do DNA para armazenar chaves criptográficas e outras informações privadas. Uma ideia é enterrar informações sigilosas no DNA, de modo que fique suficientemente bem escondido para não precisar ser criptografado. A técnica está sendo chamada de “DNA Steganography”.

A startup Carverr está buscando uma implementação dessa idéia desde o fim de 2018, tentando armazenar senhas Bitcoin (conhecidas como chaves privadas) no DNA, o que poderia abrir precedentes grandes de inovação do setor de computação orgânica e que tende a crescer em 2019 as pesquisas nessa área.

Fonte: Live Coins

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